"Je suis Charlie." De tempos em tempos acompanhamos pelo noticiário a Jihad (Guerra Santa), atentados de grupos fundamentalistas islâmicos em diversos países do planeta, bem como a eterna disputa entre muçulmanos e judeus, envolvendo discussões sobre a quem pertence Jerusalém. Cristãos, Judeus e Muçulmanos, lutando, matando e trucidando ao longo das décadas em nome de Deus, Javé e Allá.
Impossível definir pelo curso da história quem foi o mais cruel. Crueldade que se agrava na medida em que cada um possui o seu livro sagrado (Evangelho, Torá e Alcorão), que se seguissem em espírito a mensagem de amor ao próximo contida em cada um deles, seriam, sob muitos aspectos, bem diferentes na prática de seus atos.
As demandas religiosas não param por aí. Aqui em nosso país, "Brasil, Coração do Mundo e Pátria do Evangelho" (título de um livro ditado pelo espírito de Humberto de Campos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB, que faz uma síntese da História do Brasil, e dos trabalhos espirituais de Jesus e seus colaboradores para transformar o Brasil num centro de luz para todo o planeta), estamos cansados de presenciar a discriminação religiosa contra as religiões de origem africana.
Diante deste quadro, surge a pergunta: "Qual é a melhor religião?" Bem, melhor tocar a bola...
"Que a paz de Jesus encontre morada em todos os coraçõezados de meus fios.
Boa pergunta. Será que quando a gente morre alguém pergunta pra nóis qual o nosso time de futebol, nossa profissão, nossa raça? E nossa religião? Será que isso importa?
Religião é caminho. E todos os caminhos que levam a Deus passam por Nosso Sinhô.
Jesus em sua infinita misericórdia não diferencia umbandistas, espíritas, católicos, evangélicos, islâmicos, judeus... As religiões são espécies de um único gênero: o amor.
O objetivo de uma religião é o amor. Pra que os fiinhos de Deus se tornem pessoas melhores.
Se o fio tiver dúvida sobre qual religião seguir, siga a religião do amor. Seus adeptos semeiam bondade, brandura, tolerância e paciência. Seu fundamento é a Fé. Sua busca é pela paz interior e pela consciência tranquila. Seu ritual é a prática da caridade, o amor a si mesmo e ao próximo.
Assim, o fio estará irradiando uma luz que vem de dentro e se espalhará por meio de ações e palavras, de sentimentos e pensamentos.
Um fio sem amor é escravo de suas imperfeições. Semeando o amor, o fios estarão regando a sementinha divina que existe dentro de cada um, porque todos somos fiinhos de Deus, de Allá ou de qualquer outro nomado que vosmicês queiram dar ao Pai Maior.
Não é a religião que faz o fio feliz, mas sim o amor, a vida em sintonia com a prática do bem. A meta é o aperfeiçoamento moral e espiritual. A meta é "ser melhor".
Porque quando a gente morre meus fios....o que importa é a luz que irradiamos.
A luz do amor.
Um abraço de bom coração, desse preto chamado João, um trabaiador de Aruanda e aprendiz de Cristo Jesus."
Pai João costuma dizer que aqui na Terra (na vida material) deveríamos ter menos "ismos" (cristianismo, judaísmo, islamismo, budismo, etc...) e mais, muito mais amor.
