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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O aprendiz da vida e o burro

Amigo leitor,

Ler sempre foi uma atividade normal em minha vida, desde os gibis da Turma da Mônica, dos heróis da Marvel e Pato Donald, passando pelos livros da Coleção Vaga Lume e evoluindo para Agatha Christie, Sidney Sheldon e Ken Follet. 

Com o passar dos anos, chegou a poesia e tomou conta das minhas horas vagas, quando Mário Quintana, Manoel de Barros, Cecília Meirelles e Rubem Alves passaram a me fazer companhia. E como a vida pede risadas, nunca dispensei as crônicas do Veríssimo.

Num dado momento, veio a necessidade de escrever. Nos anos de 2012 e 2013, produzi muitos textos, alternando crônicas e poemas, muitos publicados no meu blog "No Alto da Montanha", uma brincadeira, onde compartilho até hoje, com amigos e familiares, meus "devaneios literários".

Escrever se tornou, então, uma terapia saudável. 

A literatura espírita, contudo, sempre ocupou o seu lugar nas prateleiras da minha estante. Tudo começou com "Nosso Lar", presente de aniversário que ganhei de meu pai quando completei 15 anos. 

Depois de vários livros espíritas e umbandistas, eis que surge a intuição de escrever também sobre espiritualismo. Intuição esta que vem de um velhinho, "negro feito a noite sem estrela", que me acompanha, me guia e me protege há mais tempo do que imagino.

Resisti a ideia o quanto pude. Não me sentia e nem me sinto com capacidade para tal tarefa. Depois de muito discutirmos o assunto (sim, nós brigamos muito), resolvi, como sempre, ceder. Ele deu sua gargalhada habitual e disse: "Vai ser fácil, viu fio, é só fazer o simples, num carece de complicar. Nego véio ajuda."

Então tá. Espero que ele ajude mesmo. Afinal, se ele costuma dizer que é um "eterno aprendiz da vida", eu sou só o burro...

E que Oxalá nos abençoe a todos!       



     

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